
Seguindo a tradição de rodízio por antiguidade no STF, o ministro Alexandre de Moraes deveria assumir o comando da corte em 2027, para uma gestão de dois anos.
A avaliação de momento em Brasília é a de que, diante da revelação das mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e Moraes, a Presidência nas mãos de Moraes — e, antes disso, a permanência dele no tribunal — se tornaria insustentável.
O presidente do Supremo comanda as sessões plenárias, define as pautas de julgamentos e fala em nome do STF em assuntos institucionais e oficiais. Também controla o funcionamento administrativo do tribunal e preside o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável pela fiscalização dos deveres funcionais dos magistrados.
