Atendendo pedido das Comissões de Justiça; Educação; e Orçamento da Câmara Municipal de São Luís, os secretários municipais Simão Cirineu (Planejamento), Enéas Fernandes (Governo) e Caroline Marques Salgado (Educação) participaram de uma reunião conjunta das três comissões no plenário Simão Estácio da Silveira.
Os trabalhos foram conduzidos pelo vereador Raimundo Penha (PDT), presidente da CCJ que, na abertura, informou que seriam tratadas pautas como o Projeto de Lei nº 202/2022, que institui o Programa “Educa São Luís”; e o Projeto de Lei nº 208/2022, que trata sobre contratação temporária de professores.
Caroline Marques esclareceu que o projeto de lei que trata da contratação temporária visa suprir a demanda excepcional por profissionais do magistério público municipal, em decorrência da expansão das unidades de ensino.
“É um projeto de lei que visa suprir a demanda temporária e excepcional por profissionais do magistério público municipal, em decorrência da expansão das unidades de ensino, abertura de turmas, projetos específicos ou disciplinas experimentais, além de substituir servidores, caso não haja substituto no quadro funcional, nas hipóteses de afastamento ou licenças previstas em lei, vacância do cargo ou nomeação para cargo em comissão”, disse.
Ao longo da reunião foram feitos questionamentos acerca de problemas na rede municipal. A secretária negou que haja falta de internet, problemas com o transporte escolar, falta de contratos para locação de imóveis onde funcionam algumas escolas da rede e greve dos porteiros e/ou vigilantes das unidades de ensino.
A reunião que durou mais de duas horas, foi concluída após debate dos projetos em pauta. Raimundo Penha elogiou o trabalho conjunto das comissões e disse que a presença de secretários na Câmara para debater projetos de interesse do Município deve ser algo rotineiro.



Uma resposta
A secretária de educação deveria ganhar um oscar pela brilhante atuação. Contratar professores temporários para, segundo ela, suprir carência da expansão da rede. Várias e várias escolas estão passando por uma situação dramática devido a falta de professores, país e responsáveis constantemente reclamam nas redes sociais, o Sindeducação já fez inúmeras reuniões até com a promotoria da educação e até hoje nada foi resolvido. O prefeito se recusa a fazer concurso público para professor, os alunos estão no final do ano e a lacuna da ausência ficará. Outra situação, a dos vigilantes da empresa Transporter que passam meses sem receberem salários, e a Semed apenas multou a empresa em maio, mas a empresa continua sem pagar os vigilantes e eles estão fazendo papel de bobos, apenas que têm a esperança de serem contratados por uma empresa que vencer a tal licitação do dia 17/11, só que a Transporter também está participando da licitação e deve ser a “vencedora” a exemplo de 2016 e 2020 qd a Semed fez licitação para segurança das escolas. Falta internet nas escolas há 2 meses. Eu vou parar por aqui, tão grande é a minha indignação com os vereadores que não fiscalizarem devidamente o executivo não puderem refutar essas mentiras ditas por esta senhora.