Usuários do transporte de alguns bairros de São Luís enfrentam dificuldades na manhã desta véspera de Natal em São Luís. Ônibus da empresa 1001 não estão circulando nesta quarta-feira (24), após rodoviários paralisarem as atividades, mais uma vez, por falta de pagamento de salários e benefícios.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Maranhão (Sttrema), a empresa ainda não pagou o salário, 13º e o tíquete-alimentação dos funcionários, que seguem em atraso.
Nenhum ônibus da empresa saiu da garagem, que fica no bairro da Forquilha, em São Luís. A pralisação afeta 30% da frota de ônibus de São Luís. Veja os bairros atingidos.
1. Ribeira
2. Viola Kiola
3. Vila Itamar
4. Tibiri
5. Cohatrac
6. Parque Jair
7. Parque Vitória
8. Alto do Turu
9. Vila Lobão
10. Vila Isabel Cafeteira
11. Vila Esperança
12. Pedra Caída
13. Recanto Verde
14. Forquilha
15. Ipem Turu
Sindicato dos Rodoviários comunicou possibilidade de greve em São Luís
O Sindicato dos Rodoviários informou ainda nessa terça (23) que já havia enviado ofícios para a Superintendência Regional do Trabalho (SRT), a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), a Secretaria de Estado de Transporte (SET) e a Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), alertando sobre a possível paralisação nesta quarta-feira.
O Tribunal de Justiça já tinha determinado a retirada de 52 ônibus que estavam sob responsabilidade da empresa 1001 por falta de pagamento do aluguel dos veículos. Essa reintegração de posse ocorreu no último dia 18 de dezembro.
A decisão atendeu a um pedido da locadora paulista Golden Conton, proprietária dos ônibus, que alegou o não cumprimento do contrato de locação firmado com a empresa de transporte. Com a medida, os veículos foram devolvidos à locadora, conforme decisão judicial.
Rodoviários da 1001 fizeram greve em novembro
Os rodoviários da 1001 interromperam as atividades durante o mês de novembro, em greve que durou 12 dias e foi motivada pela falta de pagamento de salários, benefícios e rescisões.
O retorno ocorreu depois que a Prefeitura realizou o repasse do subsídio ao Sindicato das Empresas de Transporte (SET), conforme determinação do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região. Com o pagamento, o SET e suas consorciadas tiveram prazo de 12 horas para quitar os atrasados, o que possibilitou a retomada do serviço.
A Expresso Marina também havia aderido ao movimento, mas os funcionários retornaram ao trabalho após cinco dias de paralisação, com a regularização dos valores pendentes. (Imirante)



Respostas de 2
Ilustre Jornalista,
Quando da realização da Licitação de transporte Coletivo ainda na gestão de Edvaldo Junior, formaram uma barreira para que nenhuma empresa de fora entrasse em São Luís, foi um acordo ESPÚRIO com a conivência de muita gente. Agora que a bomba estourou querem creditar essa bomba ao atual prefeito. Isso se chama má fé. Se esses críticos soubessem que Brasília paga mais de um BILHÃO de subsídio, não ficariam a pregar o apocalipse.
@John vc poderia fazer uma reportagem sobre trazendo uma avaliação essas informações que o José Antônio trouxe (licitação, e as barreiras que foram feitas)