A deputada federal Roseana Sarney (MDB) recebeu alta médica nesta sexta-feira (30), depois de ter passado quase três dias internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para tratar uma pneumonia.
A parlamentar já havia sido hospitalizada no último dia 19 de janeiro para iniciar o tratamento contra a mesma infecção. E na última terça-feira (27), depois de um quadro de febre e recomendação médica, retornou à unidade de saúde.
Roseana combate câncer de mama triplo negativo
Roseana combate câncer de mama triplo negativo, considerado um dos tipos mais agressivos da doença. Ela já passou por algumas etapas de quimioterapia, mas precisou interromper o processo depois de diagnosticada com pneumonia.
No início da semana, quando precisou ser internada, Roseana publicou em vídeo o motivo de retornar ao hospital. Na ocasião, ela explicou que a pneumonia, naquela ocasião, não estava totalmente ‘debelada’.
“Acho que vocês estão reconhecendo onde eu estou, né? Voltei para o hospital. Claro que fiquei triste por ter voltado, mas é porque a minha pneumonia não está totalmente debelada e eu tive uma febrícula muito pequena. Quando a gente está no final do tratamento, fica preocupada, com medo se está voltando ou não”, disse.
Ela também afirmou que iria tomar novamente antibiótico, e destacou ‘estar bem’. “Liguei para o doutor Katz e ele disse para eu vir para o hospital. Estou hospitalizada novamente, voltei a tomar antibiótico, mas estou bem. Fiz reposições e estou me preparando”, pontuou.
Roseana será submetida a uma cirurgia
A deputada também informou em seu perfil em rede social que será submetida a uma cirurgia na próxima semana.
“Semana que vem, se Deus quiser, vou para a cirurgia. Vocês devem estar pensando que estou muito tranquila. Não estou. Já chorei, rezo sempre e peço a Deus que faça o que é melhor para mim. É isso que vai me ajudando a superar todos esses problemas”, declarou.
Roseana enfrenta pela segunda vez um câncer de mama. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), apontam a doença como responsável por cerca de 30% dos casos de câncer entre mulheres no Brasil. O tipo triplo negativo é considerado um dos mais agressivos.
Desde que recebeu o diagnóstico, há cerca de seis meses, a parlamentar tem compartilhado com mais de 300 mil seguidores, em uma rede social, a rotina do tratamento e os desafios enfrentados. (Imirante)


