Roberto Rocha passa mal antes de audiência com Flávio Dino

Com a pressão arterial descontrolada, Roberto Rocha precisou ser internado horas antes do interrogatório marcado  pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na ação penal movida pelo ministro Flávio Dino. O episódio ocorre no mesmo dia em que o ex-senador seria ouvido pela Corte e após a Procuradoria-Geral da República (PGR) defender a rejeição do recurso apresentado por sua defesa.

O documento médico, datado de 23 de junho de 2026, informa que Roberto Rocha, de 60 anos, foi diagnosticado com hipertensão arterial (CID I10), condição que inviabilizou sua participação na audiência prevista no Supremo.

A audiência estava prevista para ocorrer às 14h desta terça-feira (23), por videoconferência, e faz parte da Ação Penal nº 2.843, que apura supostos crimes de calúnia e difamação atribuídos a Roberto Rocha em declarações feitas durante o período eleitoral de 2022.

Mais cedo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se pela rejeição do recurso apresentado por sua defesa, sustentando que não há elementos capazes de modificar as decisões já tomadas pela Primeira Turma do STF, que recebeu a queixa-crime apresentada por Dino.

No parecer assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, a PGR também defendeu o prosseguimento regular da ação penal e afastou a possibilidade de absolvição sumária do ex-parlamentar.

O processo é acompanhado pelos advogados Carlos Sérgio de Carvalho Barros e Raul Guilherme Silva Costa, que representam Flávio Dino na ação.

Veja o boletim médico:

Entenda o caso

A disputa judicial teve origem em declarações feitas por Roberto Rocha durante a campanha eleitoral de 2022. Na ocasião, o então senador acusou Flávio Dino e integrantes de seu grupo político de exercer influência para pressionar prefeitos maranhenses. Com o blog do Minard

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