Magrado Barros recebe o apoio do deputado Gastão Vieira

O deputado federal Gastão Vieira (Pros) declarou apoio à reeleição do prefeito Magrado Barros de Viana.

Gastão disse que não medirá esforços para ajudar a cidade de Viana, reconhecendo em Magrado Barros os avanços obtidos nos últimos anos na Educação do município.

Ao lado de Marcone Veloso, assessor da Casa Civil, Magrado disse que era uma grande honra ter ao seu lado um ex-ministro e um parlamentar atuante na área da educação, enfatizando que o município só tinha a ganhar com essa forte parceria.

Dino sobre aglomerações nas eleições: “a fiscalização será feita pela Justiça Eleitoral e MPE e não pelo Governo”

Nesta sexta-feira (18) o governador Flávio Dino informou que, a pedido do Tribunal Regional Eleitoral, a Secretaria de Saúde emitiu um parecer técnico sobre as regras sanitárias durante o período eleitoral. Reforçou, também, que cabe à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral o poder de fiscalizar aglomerações em decorrência de processos eleitorais.

“Estamos hoje enviando esse parecer técnico à Justiça Eleitoral e à Procuradoria Regional Eleitoral e essas instâncias dirão o que pode e o que não pode ser feito em campanhas eleitorais. A fiscalização será feita pela Justiça Eleitoral e pelo Ministério Público Eleitoral e não pelo Governo do Estado, no cumprimento da Emenda Constitucional 107”, disse o governador.

O governador Flávio Dino também anunciou a desativação do Hospital de Campanha de São Luís. Foram 127 dias de funcionamento, com um total de 2.340 pacientes atendidos, no ambulatório e/ou internação.

Até o dia 30 de setembro, no estacionamento do Multicenter Sebrae, onde funcionava o Hospital, estará aberto o Drive Thru de Testagem Covid, para idosos, gestantes e pessoas com deficiência. Desde o início da testagem, já foram realizados 4.224 testes. Já o Hospital de Campanha de Açailândia, montado em parceria com a empresa Vale, segue em funcionamento até o dia 31 de outubro, em apoio à rede estadual da região Tocantina.

Para 70% dos brasileiros, Lula não deveria voltar às urnas em 2022

Enquanto o petismo sonha com uma chapa Fernando Haddad-Lula, levantamento nacional do Paraná Pesquisas mostra que a impopularidade do ex-presidente segue alta país afora.

Para 70% dos entrevistados pelo instituto, Lula não deve voltar às urnas em 2022. Os que torcem por uma candidatura são 26%, basicamente o público cativo petista de toda eleição.

Já para 65% dos entrevistados, mesmo que dispute, não será o principal rival de Bolsonaro. Novamente, o público cativo petista (30%) diz que ele poderá, sim, ameaçar a reeleição bolsonarista.

Para 64% dos ouvidos pelo instituto, a Justiça — no caso, o STF, que tem na pauta a anulação da condenação do petista — não deveria permitir a candidatura do ex-presidente, preso e condenado por corrupção na Lava-Jato. 31% dizem que a Justiça deveria, sim, deixar o petista concorrer.

Entre os dias 10 e 12, o Paraná Pesquisas ouviu 2.008 brasileiros em todas as unidades da federação. O grau de confiança do levantamento é de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,2% para os resultados gerais. Veja

Ex-prefeito do Maranhão é condenado por pagamento irregular em obra no cemitério da cidade

O ex-prefeito de Centro Novo do Maranhão, Antônio Roberto Sobrinho, foi condenado pela prática do ato de improbidade administrativa a ressarcimento integral do dano ao erário municipal no valor de R$ 41.099,90 por irregularidade no pagamento de obra de construção do muro do cemitério da cidade. O ex-prefeito também foi penalizado com o pagamento de multa civil no valor de R$ 41.099,90, suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos; à proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de cinco anos e, ainda, à perda de eventual função pública que ocupe.

A condenação resultou do julgamento da Ação Civil Pública por Ato de Improbidade movida pelo Ministério Público Estadual, diante do julgamento das contas do município de Centro Novo do Maranhão – exercício de 2002 – consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/MA).

As irregularidades apontadas pelo TCE na prestação de contas se referem à ausência de comprovante de regularidade com a seguridade social de participantes do procedimento licitatório e pagamento a uma empresa que não teria participado do processo licitatório para a construção do muro do cemitério da cidade.

O juiz Raphael Serra Ribeiro Amorim, titular da 1º vara da comarca de Maracaçumé, julgou parcialmente procedente os pedidos do Ministério Público Estadual na ação,  por entender que a ausência de solicitação de comprovantes de regularidade com a seguridade social, na realização de licitações em 2002, configura irregularidade, mas o MP não demonstrou a má-fé do réu ao agir. “…A improbidade configura-se como uma ilegalidade qualificada pela má-fé, não podendo ser confundida com simples irregularidades”, ressaltou.

PREJUÍZO AO ERÁRIO

Já em relação à alegação de pagamento do montante de R$ 41.099,90 a empresa Eduardo Gama LTDA, que nem sequer participou da licitação que resultou na construção de muro do cemitério, ficou caracterizado o ato de improbidade.  “Ao liberar vultuosa quantia à empresa, quiçá comprovando que o objeto contratual foi cumprido – construção de muro – incorreu em ato de improbidade que causou prejuízo ao erário, conforme o artigo 10, incisos VIII e IX, da Lei de improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992)”, enfatizou o juiz.

Conforme os autos, as licitações buscam selecionar a proposta mais vantajosa para a consecução dos objetivos a cargo da administração pública. E com essa finalidade e baseada nos princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e isonomia, realizada a escolha da proposta que melhor atenda ao interesse público. Depois de instaurada a licitação, o gestor municipal não poderia deferir, como ordenador de despesas, o pagamento do valor de R$ 41.099,90 a uma empresa que não participou do certame.

“Seja perante o TCE/MA, seja perante este juízo em suas duas oportunidades defensivas concedidas pela Lei de Improbidade Administrativa (LIA), o requerido não trouxe aos autos provas efetivas da participação da empresa Eduardo Gama LTDA o certame licitatório”, concluiu o juiz.

Preço do arroz não pode fazer país retroceder à época dos fiscais de Sarney

Talvez poucos se lembrem do que foi o período de hiperinflação no Brasil. Possivelmente os mais novos não conseguem imaginar o que foi o processo de remarcações diárias dos preços nos supermercados. As pessoas recebiam o salário e corriam para as lojas para fazerem compras mensais. A economia, como um todo, ficava totalmente desajustada e os mais pobres, que não tinham contas bancárias e a possibilidade de fazer aplicações indexadas, eram os que mais perdiam. No final do governo Sarney, a inflação já estava em 84,3% ao mês e com uma taxa acumulada nos 12 meses anteriores de 4.853,90%. Isso apesar dos quatro planos econômicos empreendidos (Cruzado, Cruzado 2, Bresser e Verão), das mudanças de moedas e das várias tentativas de tabelamento de preço.

Durante este período, foram cometidos todos os tipos de erros na economia. Alguns empresários de setores oligopolísticos eram chamados a Brasília para discutir preço com o extinto Conselho Interministerial de Preços (CIP), em um movimento que se assemelhava muito a um processo de cartelização patrocinado pelo governo federal. Outros empresários, que atuavam no varejo, eram chamados e colocados em uma sala para dar explicações sobre aumento de preços. Neste processo, além de tomarem “pitos professorais” da equipe de Sarney, sofriam ainda ameaças veladas.

Foi exatamente neste período que, mais de uma vez, o governo resolveu tabelar preços e colocar o exército de fiscais da “falecida” Superintendência Nacional de Abastecimento (Sunab) para saírem atrás daqueles estabelecimentos que praticassem preços acima da famosa tabela de preços definida pelo órgão. Com o descontrole eminente, o governo apelou ainda para que a população também fiscalizasse os preços praticados e denunciasse aqueles que estivessem acima dos definidos na tabela da Sunab. Por óbvio, os preços não refletiam as condições de mercado e os produtos sumiam das prateleiras, a exemplo do que tem ocorrido hoje na Argentina e já há alguns anos na Venezuela.

Assistimos naquela época a todo tipo de cenas patéticas. Desde um cidadão gritando na porta de um supermercado que fecharia a loja em nome do presidente Sarney, até mesmo o então governador de São Paulo, Orestes Quércia, se fantasiar de “Rei do Gado” para buscar boi magro no pasto de uma fazenda, em um claro sinal de confisco de propriedade privada. Foi um período de caça aos empresários, sendo que a verdadeira responsabilidade do problema estava no próprio governo, no total descontrole das contas públicas.

Hoje, o que mais me preocupa é que algumas pessoas parecem não ter ideia do que foram aqueles anos. Começando pelo próprio presidente Bolsonaro, que dá uma declaração apelando para uma espécie de “patriotismo de preços”. Há também aqueles que já se anteciparam e se apresentaram como vanguardistas do atraso, colocando os “neofiscais da Sunab” para fiscalizar e multar o que consideram preço abusivo. Vários Procons pelo país afora estão colocando seu corpo técnico em ação para isso.

O atual governador em exercício do Rio de Janeiro, Claudio Castro, por exemplo, postou em uma rede social que os agentes do Procon-RJ autuariam supermercados pela prática de preço abusivo. Em São Paulo, o Secretário de Defesa do Consumidor, Fernando Capez, aparentemente instituiu um modelo regulatório de “preço teto” para o arroz, ao não admitir nada superior a R$ 40 pelo saco de 5 Kg. E isso em um mercado competitivo, ignorando por completo o princípio constitucional da livre iniciativa e a lei de liberdade econômica.

Recentemente, a Associação Brasileira dos Procons (ProconsBrasil), a Associação Nacional do Ministério Público de Defesa do Consumidor (MPCON) e a Comissão Especial de Defesa do Consumidor da OAB Nacional protocolaram ofício no Ministério da Justiça pedindo informações sobre a cadeia produtiva de alimentos e cobrando ações por parte do governo para conter as elevações de preços de produtos da cesta básica. Contraditoriamente, ao mesmo tempo em que as três entidades dizem não pretender controlar preços, propõem que sejam coibidos o que consideram preços abusivos.

Não desconheço as figuras jurídicas contidas no inciso X, do artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (elevação de preços sem justa causa), e muito menos no parágrafo § 4º do artigo 173 da Constituição Federal (aumento arbitrário de lucro). Entretanto, essas figuras, por si só, além de não dizerem nada sob o ponto de vista econômico, quando utilizadas de maneira equivocada podem gerar efeito semelhante ao de um revólver na mão de um macaco. Preços que não representam os condicionantes de mercado desestimulam investimentos futuros e o aumento de áreas plantadas, criando, aí sim, um desabastecimento em anos subsequentes e desajustes nas cadeias produtivas.

Afinal, quem é que define o que é lucro razoável para uma dada empresa? Qual o risco do setor que deve ser considerado nesta conta? No caso de elevação injustificada de preços, quais são os fatores de demanda e de oferta que devem ser considerados para cada mercado? Quais as fontes utilizadas? Como lidar com empresas que vendem vários produtos? Mesmo as agências reguladoras, que lidam fundamentalmente com monopólios naturais, têm dificuldade em escolher a tarifa que ao mesmo tempo cumpra a dupla missão de garantir a modicidade tarifária e o retorno adequado ao investidor. Fico imaginando um grupo de burocratas definindo quais preços são abusivos e quais deveriam vigorar no mercado.

É provável que exatamente pelo medo do “populismo consumerista” tomar força neste ano de pandemia, tenha sido elaborada um documento conjunto dos Ministérios da Justiça e da Economia (Nota Técnica no 8/2020/CGEMM/DPDC/SENACON/MJ) que procura dar um mínimo de racionalidade à análise do que seria um preço abusivo. Em realidade, sob a égide econômica, os tais “preços abusivos”, na melhor das hipóteses, derivam de condutas anticompetitivas (caso de cartéis ou de abuso de posição dominante) ou de atitudes enganosas de ofertantes, que impeçam que o consumidor avalie para si adequadamente o valor da mercadoria.

De toda forma, no meio deste novo ambiente de caça às bruxas criado, há um alento. Em declarações equilibradas, a atual Secretária Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), Juliana Domingues, tem deixado bem claro que não há a mínima chance de este governo implementar qualquer tipo de tabelamento de preços. Na mesma linha têm caminhado os técnicos do Ministério da Economia.

Fato é que as razões para as variações dos preços até o momento apontadas já são conhecidas e passam por mudanças nas variáveis de oferta e de demanda em mercados majoritariamente competitivos. Extrapolar essa discussão para a generalização de atitudes empresariais inconsequentes não contribui em nada. Melhor seria que os tais fiscais fossem utilizados para coletar informações locais sobre preços, disponibilizando-as para os consumidores. E, em nível mais agregado, constituir cartilha indicando eventuais possibilidade de substituições no consumo entre produtos. Por Cleveland Prates

PoderData: Bolsonaro lidera com 35%; Lula tem 21%, Haddad 10% e Flávio Dino 4%

Pesquisa realizada pelo PoderData mostra o presidente Jair Bolsonaro à frente na corrida eleitoral para 2022, com 35% das intenções de voto. O ex-presidente Lula (PT) aparece em 2º lugar, com 21%.

O ex-ministro Sergio Moro foi citado por 11% dos entrevistados. O governador do Maranhão, Flávio Dino aparece com 3%, empatado com Ciro Gomes. Outros 11% afirmaram que iriam votar branco ou nulo.

Entre eleitores de 16 a 24 anos e na região Norte, Dino pontua com 11%.

Os entrevistados também foram consultados sobre as intenções de voto em 1 cenário com Fernando Haddad (PT) na disputa, em vez de Lula. Nessa simulação, Jair Bolsonaro permanece com a preferência de 35% dos eleitores. Aparecem empatados na 2ª posição Sergio Moro (13%) e Fernando Haddad (10%), considerando a margem de erro.

Flávio Dino alcança 4%. Neste cenário, ele chega a 7% entre os que têm ensino superior.

Os dados foram coletados de 14 a 16 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 459 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

2º TURNO: EMPATE BOLSOLULA


Em 1 cenário com disputa entre Bolsonaro e Lula no 2º turno, há empate. Ambos têm 41%.

Os resultados são parecidos quando os entrevistados são questionados sobre a possibilidade de uma disputa entre Bolsonaro e Moro. Nesse caso também há empate, considerando a margem de erro do estudo, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Candidato a vereador se destaca no cenário político em Viana no Maranhão

O influenciador digital Lino Viegas, de 24 anos, é candidato a vereador no município de Viana, na Baixada Maranhense, pelo PCdoB, partido do governador Flávio Dino. O jovem político tem como maior incentivador de sua campanha o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), que já demonstrou ser, além de um apoiador, um grande amigo.

Viegas é um jovem muito atuante, tanto nas redes sociais, como em Viana, cidade onde nasceu, e vem lutando arduamente por cidadania e pelos direitos humanos, como igualdade de gêneros e o empoderamento das mulheres.

Lino Viegas representa a esperança de uma nova geração, de uma nova política. Mesmo sem mandato, já milita na vida pública e tem se empenhado em ajudar os menos favorecidos, indo a campo ouvir as necessidades mais urgentes dessa parcela da população.

Recentemente, Viegas postou em suas redes sociais uma foto em que aparece ajudando moradores de um povoado de Viana a perfurar um poço para abastecer as casas da localidade com água potável.

Tão as imagens vieram a público, o prefeito Magrado Barros atendeu a necessidades das famílias, que há tempos conviviam com a escassez do líquido precioso.

Lino Viegas tem como foco fazer valer os direitos da juventude e pretende garantir mais oportunidades de emprego para jovens de baixa renda. E antes mesmo de lançar-se na corrida eleitoral, já trabalha nesse propósito, por meio de um projeto voltado a garantir qualificação profissional a essas pessoas, aumentando as chances de ingresso no mercado de trabalho.

No PCdoB, Viegas vem se destacado como revelação da política do Maranhão. Aberto a novas ideias, ele também procura ouvir a opinião dos cidadãos, por meio da rede social. Para aqueles que não têm acesso à internet, realiza visitas e apresenta suas propostas pessoalmente. Do Blog da Priscila Petrus

Programa de combate à pobreza do governo Flávio Dino é premiado nacionalmente

O Plano Mais IDH, programa de combate à extrema pobreza do Governo do Maranhão, chefiado por Flávio Dino (PCdoB), foi premiado como Destaque de Boas Práticas, no Prêmio Excelência em Competitividade, organizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). A iniciativa analisou mais de 150 políticas públicas em todo o país. Desde 2015, quando foi criado, o plano já executou mais de R$ 1 bilhão em ações nos 30 municípios mais pobres do estado.

Ao receber o Prêmio Excelência em Competitividade, de forma virtual, o governador Flávio Dino fez referência aos entes públicos e privados que ajudam na execução do Plano. “Homenageio todos aqueles que fizeram este momento de reconhecimento. Nossos parceiros públicos e privados, desde agentes municipais até empresas, entidades dos movimentos sociais que nos ajudam no Mais IDH, assim como também a nossa equipe de Governo”, disse.

O Maranhão foi o estado que mais inscreveu boas práticas de gestão no Prêmio. Outros dois programas do governo Flávio Dino estavam entre os finalistas: Cheque Cesta Básica, que estimula a presença de gestante baixa renda às consultas de pré-natal, ofertando um apoio mensal R$ 100 pagos com a arrecadação do ICMS de produtos da cesta básica; e Trabalho com Dignidade, que garante acesso ao trabalho e ao aprendizado de um ofício às pessoas privadas de liberdade (PPL).

O desempenho maranhense também foi destaque no Ranking de Competitividade dos Estados, sendo reconhecido como um dos dois estados que teve maior evolução, subindo três posições nacionalmente, em comparação à edição 2019 do ranking. Este ano o Maranhão ficou com a 23ª posição, com destaque para os desempenhos em Inovação, Educação e Potencial de Mercado.

Para o governador Flávio Dino, a promoção do ranking é de grande importância, uma vez que ele é utilizado como instrumento de planejamento para as ações no estado. “Temos obviamente o controle institucional, interno e externo, mas acreditamos que empresas, entidades, sociedade civil e mundo acadêmico podem e devem controlar a ação governamental, para que haja o aprimoramento no emprego dos recursos públicos, que devem ser manuseados com as marcas da probidade e da transparência”, defendeu.

Mais IDH

O Plano Mais IDH é um programa do Governo do Maranhão para redução da extrema pobreza, com promoção de justiça social e cidadania para as populações mais vulneráveis nos 30 municípios de menor Índice de Desenvolvimento do Humano do estado. O plano possui seis eixos temáticos (Educação; Trabalho e Renda; Saúde e Saneamento; Infraestrutura; Gestão, Cidadania e Participação Popular; e Gênero, Raça e Juventude) e executa ações de 27 secretarias, órgãos e autarquias estaduais.

Moro consegue inscrição na OAB e já pode advogar

O ex-ministro Sergio Moro é o mais novo advogado do Brasil. Ele se inscreveu na OAB do Paraná e obteve a carteira para o exercício da profissão.

Ele agora está inscrito com o número 105239, no conselho seccional paranaense.

A possibilidade de Moro exercer a profissão gerava polêmica. Advogados, liderados pelo Grupo Prerrogativas, já tinham anunciado que entrariam com recurso para impugnar a inscrição, alegando que, quando atuou como juiz, ele desrespeitou as prerrogativas dos advogados de forma sistemática.

Eles citam como exemplo os grampos telefônicos instalados em ramais de advogados do ex-presidente Lula e a determinação de gravação de conversas de advogados com clientes nos parlatórios de um presídio.

O ex-ministro classificava o movimento contra a entrada dele na ordem de “revanchismo” similar ao que já tinha atingido o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa.

Em nota, ele disse que suas decisões, “como juiz, foram mantidas, quase integralmente, pelas Cortes recusais e as que não foram, entendo como parte natural do campo de divergências jurídicas”. Folha de SP

Othelino participa de convenção do PCdoB em Barreirinhas e reforça apoio a Dr. Amílcar

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), participou, nesta quarta-feira (16), da convenção partidária que homologou a candidatura de Dr. Amílcar (PCdoB) a prefeito de Barreirinhas e do seu companheiro de chapa, Antônio Diretor (PCdoB), a vice-prefeito.

No ato, o chefe do Legislativo maranhense destacou que o grupo político está empenhado a ajudá-los não só na campanha, mas, também, a construir uma Barreirinhas melhor para a sua população e transformar o lugar ainda mais atrativo do ponto de vista turístico, uma vez que a cidade, principal portal de entrada dos Lençóis Maranhenses, é uma das mais visitadas do país.

“Cumprimento também todos os pré-candidatos a vereador, que são essenciais nesta campanha, pois vão levar aos quatro cantos de município o nome do Amílcar, além das suas proposituras de melhorias para a cidade. Desejo a ele boa sorte e sucesso na campanha. Conte conosco e com a nossa disposição para construirmos, juntos, essa grande vitória, porque Barreirinhas merece e precisa ser bem cuidada”, completou Othelino Neto.

Dr. Amílcar agradeceu o apoio de Othelino e ressaltou que todos estão unidos em seus ideais para fazer grandes mudanças em Barreirinhas. “A nossa cidade precisa ser organizada e a população mais valorizada. Tenho certeza de que com o apoio do nosso grupo político traremos os recursos necessários para o município”, disse.

Também estiverem presentes à convenção o deputado federal Márcio Jerry, presidente do Diretório Estadual do PCdoB; o deputado federal Gil Cutrim (PDT); o deputado estadual Marcos Caldas (PTB); e o secretário de estado de Articulação Política e Comunicação, Rodrigo Lago.

São Luís entre as capitais com maior número de candidatos. Entenda os motivos

O fim das coligações na eleição para vereador e a preocupação dos partidos em se preparem para a cláusula de barreira mais rigorosa que valerá na disputa de 2022 elevaram o número de candidatos a prefeito no pleito deste ano. Levantamento feito pelo GLOBO nas 15 maiores capitais do país mostra um aumento de 35% (de 136 para 184) no total de inscritos para concorrer aos executivos municipais, em comparação com 2016. É também o maior número em todas as campanhas municipais desde a redemocratização.

Em São Luís, serão 12 candidatos a prefeito, três a mais que na eleição de 2016. Disputam a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Jr. os deputados Eduardo Braide (Podemos), Duarte Jr. (Republicanos), Neto Evangelista (DEM), Rubens Jr. (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB), Adriano Sarney (PV) e Dr. Yglésio Moysés (Pros). Concorrem também o apresentador Jeisael Marx (Rede), o ex-juiz Carlos Madeira (SDD), o apóstolo Sílvio Antônio (PRTB), o jornalista Franklin Douglas (PSOL) e Hertz Dias (PSTU).

A eleição deste ano será a primeira em que partidos não poderão formar coligações para a disputa de vereador. Por causa disso, os candidaturas próprias a prefeito são vistos como uma forma de puxar votos para a chapa proporcional.

— Tem a combinação da proibição da coligação com a cláusula de desempenho para acesso a recursos públicos. Tradicionalmente, os partidos consideram as eleições municipais como um ponto importante para as próximas eleições gerais. Então, eleger uma boa quantidade de prefeitos e vereadores é uma forma de preparação para 2022, quando a cláusula de barreira será ainda maior do que foi em 2018 — analisa a cientista política Lara Mesquita, pesquisadora da FGV.

A cláusula de barreira começou a ser implantada na eleição de 2018. Desde então, só tem direito ao fundo partidário e ao tempo de propaganda o partido que tiver recebido ao menos 1,5% dos votos válidos na disputa para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos nove unidades da Federação. Em 2022, esse índice subirá para 2%.

— Os partidos precisam começar a preparar o terreno — acrescenta Lara.

A cientista política diz que o aumento era previsto pelos pesquisadores, mas a pandemia do coronavírus fez com que as projeções iniciais fossem colocadas em dúvida. Lara acredita que a redução de candidaturas provocada pela doença deve ser maior na disputa para vereador.

“Efeito paradoxal”
Para o cientista político Emerson Cervi, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o aumento das candidaturas para prefeito é efeito do fim das coligações proporcionais, o que fez mais partidos lançarem concorrentes ao Executivo para darem visibilidade aos candidatos às Câmaras de Vereadores. Na sua avaliação, isso não significa, porém, que todas as candidaturas serão viáveis, e as votações devem continuar concentradas entre poucos concorrentes:

— O efeito é paradoxal. Teremos aumento de candidatos a prefeito, mas não devemos atingir o limite de candidaturas a vereador. Dada a proibição de coligação, a nova estratégia é ocupar espaço majoritário. Se vai dar certo, é outra coisa. O fato é que os partidos não estão conseguindo atrair candidatos a vereador e mal conseguem chegar ao número equivalente às vagas nas câmaras, porque houve um aumento significativo da demanda por candidatos de uma hora para outra, em um cenário em que já havia crescimento do total de candidatos nos últimos anos.

Chapas – Prefeito São Luís

Adriano Sarney (PV). Vice: Vall Nascimento (PV)

Bira do Pindaré (PSB). Vice: Letícia Cardoso (PSB)

Carlos Madeira (Solidariedade). Vice: Jeremias Freire (Solidariedade)

Duarte Júnior (Republicanos). Vice: Fabiana Vilar (PL)

Eduardo Braide (Podemos). Vice: Esmênia Miranda (PSD)

Franklin Douglas (PSOL). Vice: José Ribamar Arouche

Hertz Diaz (PSTU). Vice: Jayro Mesquita (PSTU)

Jeisael Marx (Rede). Vice: Janicelma Fernandes (Rede)

Neto Evangelista (DEM). Vice: Luzimar Lopes (PDT)

Rubens Júnior (PCdoB). Vice: Honorato Fernandes (PT)

Silvio Antônio (PRTB). Vice: Ana Célia (PRTB)

Yglésio Moyses (PROS). Vice: Mauro César (PROS)

Veja o vídeo: Wellington do Curso capota carro

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) sofreu um grave acidente na BR-226, próximo ao município de Tuntum. No veículo estava ele e mais dois assessores.

Ninguém saiu ferido do acidente, felizmente.

Em seguida, Wellington participou de uma convenção na cidade de Tuntum.

Por indicação de Felipe dos Pneus, escola será transformada em Iema em Santa Inês

Ao perceber que a obra de uma escola estadual estava parada, o Deputado Estadual, Felipe dos Pneus (Republicanos), encaminhou ao Governador Flávio Dino(PcdoB) indicação número 1.138 para que, além da retomada da obra, que a estrutura da escola fosse transformada em uma Unidade Plena do Iema (Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão).

O Secretário de Estado de Educação, Felipe Camarão, esteve na cidade no inicio desta semana, vistoriando a obra. “Já estávamos com cerca de 80% da obra concluídos. Com a retomada dos trabalhos, a expectativa é que até o mês de novembro a obra seja concluída” – explicou o Camarão.

A escola já iria funcionar em tempo integral com ensino médio. Agora, atendendo ao pedido do parlamentar que é de Santa Inês, a estrutura será transformada em Iema, ou seja, além do ensino médio, os alunos também receberão formação profissionalizante. O modelo de ensino será semelhante ao já praticado no Iema de Pindaré. Em Santa Inês, já funciona uma unidade, porém de pequeno porte, no Bairro Coheb.

Com esta indicação, o deputado emplaca quatro obras para o município: a construção da Praça da Família; implantação de uma policlínica; asfalto no Bairro Sol Nascente e a instalação de mais uma unidade do Iema. São ações como esta que têm feito o deputado se destacar no parlamento maranhense, ficando entre os 10 mais atuantes.

PCdoB indica Fredson para vice de Igor Diniz em Bequimão

O vereador e vice-presidente presidente da Câmara, Fredson (PCdoB) será o candidato a vice-prefeito na chapa liderada por Igor Diniz (PSD), na disputa pela prefeitura de Bequimão.

A aliança entre os partidos foi homologada na convenção do PCdoB, realizada nesta quarta-feira, 16, na escola Nizael Costa, no povoado Jacioca.

Com o apoio do partido do governador Flávio Dino, a candidatura do PSD reúne três legendas de oposição no município. O PDT, liderado pelo ex-prefeito Antônio Diniz também integra a coligação majoritária.

A aliança teve a articulação decisiva do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Othelino Neto, o presidente do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry, e o secretário adjunto de Radiodifusão, jornalista Robson Paz.

Veja o vídeo: Lula pede apoio a Rubens Jr.

Conforme este blog publicou mais cedo em primeira mão, o ex-presidente Lula (PT) gravou vídeo de apoio ao candidato a prefeito de São Luís Rubens Jr., do PCdoB.

“Rubens Júnior é o nosso candidato a prefeito e sei que ele fará um grande trabalho em São Luís. Conte com o partido dos trabalhadores. Contem com meu apoio”, diz Lula.

Veja a íntegra no vídeo acima.