Notas Rápidas

Braide promete apoiar reeleição de prefeitos aliados

Durante almoço em São Luís com os 25 prefeitos que estiveram ao seu lado na campanha, o governador eleito Eduardo Braide firmou o compromisso de apoiar a reeleição dos gestores aliados e de seus indicados. Braide também afirmou que manterá uma relação pessoal com os prefeitos e garantiu que a porta do Palácio dos Leões estará sempre aberta para recebê-los. Entre os prefeitos que apoiaram Braide, estão: Adriano Freitas (São Vicente Ferrer), Bárbara Nussrala (Monção), Ducilene Belezinha (Chapadinha), Cibelle Napoleão (Santo Antônio dos Lopes), Didi do PP (Alto Alegre do Pindaré), Esmênia Miranda (São Luís), Felipe dos Pneus (Santa Inês), Gabi Viana (Vitorino Freire), Galego Mota (Dom Pedro), Jailson Fausto (Lima Campos), Júnior do Posto (São Domingos do Azeitão), Junior do Posto (Itaipava do Grajaú), Júnior Garimpeiro (Centro Novo do Maranhão), Leandro Moura (Santo Amaro do Maranhão), Luís Fernando (Humberto de Campos), Marlene Miranda (Bom Lugar), Pedro Medeiros (Afonso Cunha), Peteca (São João do Carú), Preto (Vargem Grande), Raimundo Lídio (Paulino Neves), Raimundinho da Audiolar (Presidente Dutra), Rildo Amaral (Imperatriz), Thamara Castro (Brejo) e Walter Azevedo (Sucupira do Riachão).

Não pediu votos para o irmão


O governador eleito Eduardo Braide reconheceu, durante o almoço em São Luís, com prefeitos que o apoiaram na eleição, que deixou de pedir votos para o irmão, Fernando Braide (PSD), candidato a deputado federal que, apesar de ter sido bem votado na capital, não conseguiu se eleger.

Inelegibilidade reflexa

A eleição de Eduardo Braide (PSD) para o Governo do Maranhão criou uma situação eleitoral atípica para seu irmão, o deputado estadual Fernando Braide (PSD), derrotado na disputa para deputado federal. Pela regra da inelegibilidade reflexa (Art. 14, § 7º da Constituição), parentes até o segundo grau do chefe do Executivo ficam inelegíveis na jurisdição, impedindo Fernando de disputar cargos estaduais e federais pelo Maranhão em 2030 caso o irmão permaneça no cargo. Além disso, Fernando não poderá disputar a Prefeitura de São Luís em 2028, já que a jurisprudência do TSE proíbe que familiares sucedam gestores em segundo mandato consecutivo na mesma cidade, evitando um terceiro mandato do mesmo grupo familiar. Como alternativa, Fernando poderia disputar uma prefeitura em outro estado em 2028. Em 2030, também poderia concorrer a um cargo fora do Maranhão. Outra possibilidade citada é uma candidatura à Presidência da República, já que a disputa tem abrangência nacional.

Novo Presidente da Câmara de Paço

O vereador Paulo Henrique foi eleito nesta sexta-feira (9) presidente da Câmara Municipal de Paço do Lumiar. À frente da chapa Unidos e Fortes, ele recebeu 18 votos favoráveis e um contrário e comandará o Legislativo no biênio 2027/2028. A eleição foi resultado de um acordo entre vereadores da base do prefeito Fred Campos, que parabenizou o novo presidente e reconheceu o trabalho do atual dirigente, Fernando Feitosa. A transição ocorrerá em janeiro de 2027, quando Paulo Henrique assumirá o comando da Casa.

Maranhenses nas eleições do Pará e de Roraima

O maranhense Dr. Daniel (Podemos), natural de Açailândia, foi eleito governador do Pará no primeiro turno, com 51,36% dos votos válidos, superando Hana Ghassan (MDB), que obteve 46,53%. Aos 40 anos, ele construiu carreira política no estado paraense, onde foi vereador, deputado estadual e prefeito de Ananindeua. Já em Roraima, o maranhense Soldado Sampaio (Republicanos), natural de Pedreiras, foi derrotado na disputa pelo governo estadual, recebendo 29,25% dos votos, contra 69,13% do ex-prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique (PL).

Fachin manda PF investigar ameaças contra Dino

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pediu nesta sexta-feira (9) que a Polícia Federal (PF) investigue ameaças contra o ministro do Supremo Flávio Dino. A medida foi tomada após Dino postar em suas redes sociais mensagens nas quais foi ameaçado de morte. As ameaças também foram direcionadas a outros ministros do STF. O tribunal está “atento à segurança de seus ministros” e manterá a articulação com os órgãos competentes para garantir a proteção dos membros da Corte, informou o STF. Na postagem publicada nas redes sociais, Flávio Dino disse que não vai alterar sua atuação profissional diante das ameaças. “Se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário. Nem Constituição”, afirmou.

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