Com o objetivo de manter a precisão nos dados sobre poluição atmosférica, a prefeitura rosariense adquiriu um aparelho para monitoramento da qualidade do ar
Moradores de Rosário, situada a 70 quilômetros de São Luís, conheciam há muitos anos o problema histórico do mau cheiro, que vinha da Central de Gerenciamento Ambiental Titara, localizada no Distrito Industrial do município.
O mau cheiro se espalhava por regiões afastadas do empreendimento, incomodava, causava transtornos na rotina e era uma das reclamações mais constantes recebidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA). Agora, é possível passar pelas proximidades da empresa de aterro sanitário e nem sentir mais o odor.
Multas por mau cheiro
A situação mudou após a prefeitura aplicar, ainda em 2025, R$ 2 milhões em multas à Titara, empresa responsável pelo aterro sanitário, por problemas de mau cheiro. A companhia, que opera no município desde 2011, recebe resíduos da Grande São Luís e municípios vizinhos, tratando cerca de 1.300 toneladas de lixo por dia.
Monitoramento
Essas reclamações, inclusive, motivaram reuniões de representantes da Titara com o prefeito Jonas Magno (PDT) e com membros do Ministério Público (MPMA).
Outro detalhe importante é que a gestão rosariense adquiriu um aparelho para monitorar a qualidade do ar, visando assegurar a precisão nos dados sobre poluição atmosférica.
“O aparelho, que foi adquirido pela prefeitura, vai ampliar e oferecer maior precisão nos dados sobre poluição atmosférica. O mecanismo poderá auxiliar no mapeamento de áreas críticas e no rastreamento de poluentes”, frisou o secretário, Marçal Jr.


