• TCE-MA divulga resultado do Ranking de Transparência de prefeituras e órgãos do MA do primeiro semestre de 2024

    A Secretaria de Fiscalização do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (Sefis) divulgou o resultado do Ranking de Transparência relativo ao primeiro semestre de 2024. O ranking é elaborado a partir de avaliações realizadas pelo órgão de controle externo nos portais de transparência dos fiscalizados sob sua jurisdição.

    Nos últimos anos, as questões ligadas à transparência da gestão pública têm adquirido relevância cada vez maior, tanto no âmbito das ações realizadas pelos órgãos de controle externo quanto por seus reflexos no desenvolvimento das políticas públicas e no estímulo ao fortalecimento do controle social.

    Nesse cenário, os tribunais de contas brasileiros, entre outras competências, fiscalizam o cumprimento das normas da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), especialmente quanto à transparência da gestão fiscal, conforme determinam as alterações introduzidas pela Lei Complementar nº 131, de 27 de maio de 2009 e pela Lei Complementar nº 156, de 28 de dezembro de 2016.

    As Cortes de Contas avaliam também, no exercício das atividades inerentes ao controle externo, o cumprimento da Lei Federal nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, Lei de Acesso à Informação, e da Lei Federal nº 13.460, de 26 de junho de 2017, Código de Defesa dos Usuários de Serviços Públicos, entre outros normativos.

    No caso do TCE maranhense, o art. 3° da Instrução Normativa TCE/MA n° 60/2020 determina que os resultados obtidos nos procedimentos de fiscalização devem ser disponibilizados no site oficial da instituição e divulgados em forma de ranking no Diário Oficial do TCE, quando finalizados os trabalhos de avaliação.

    O ranking com os resultados alusivos ao primeiro semestre de 2024 foi composto pela notas obtidas pelos fiscalizados em avaliação realizada no período de 12 de março a 08 de julho de 2024

    Com a finalidade de assegurar maior efetividade às ações do controle externo e objetivando contribuir para o fortalecimento do exercício do controle social, os tribunais de contas brasileiros ampliaram as ações voltadas a averiguar o cumprimento da legislação relativa ao acesso e à transparência das informações da administração pública.

    Em sintonia com essa tendência, o TCE maranhense implementou várias medidas para tornar as avaliações dos portais realizadas pela instituição mais ágeis, interativas e seguras. Aos portais avaliados são atribuídos uma nota e um conceito, denominado Índice de Transparência. A composição do ranking é mais um aspecto importante deste processo.

    Para o secretário de fiscalização do TCE maranhense, Fábio Alex de Melo, a divulgação do Ranking de Transparência permite que os cidadãos acompanhem os atos das administrações municipais e saibam como os recursos públicos estão sendo utilizados, contribuindo de forma decisiva para o exercício do controle social. “A transparência é princípio essencial à gestão pública. Ao avaliar a transparência em todos os níveis da administração pública, o controle externo atua para que os cidadãos tenham acesso à forma como o dinheiro e os recursos públicos são empregados, aspecto crucial quando se busca maior efetividade nas políticas públicas”, afirma.

    Clique no link a seguir para acessar o Diário Oficial do TCE onde foi publicado o Ranking de Transparência do primeiro semestre de 2024: https://app.tcema.tc.br/diario/publicacao/pdf/9063

    4 respostas

    1. Os tribunais de contas dos estados são altamente politiqueiros, já que são ligados diretamente às assembleias legislativa estaduais, o que não acredito na sua imparcialidade, principalmente o do Maranhão. Os agentes públicos, como secretários de estado, exercem influência junto ao governador e deputados. Sei o que estou a escrever porque já fiz várias prestações de contas para órgão que trabalhei.

      1. Concordo plenamente. Em quem acreditar? Nesse órgão que tem o poder de fiscalizar as contas públicas, mas na hora é maqueado por políticos corruptos os mesmos que indicaram os conselheiros os quais continuarão a esconder da população os mais feitos. Triste! E assim vai os “nossos governantes”

    2. Enquanto os tribunais de contas dos estados forem subordinados às assembleia legislativas não se pode falar em um órgão fiscalizados imparcial. Não tem como.

    3. Se houvesse transferência nas contas públicas não não existiriam milhares de denúncias de irregularidades no MPE, MPF e PF, contra centenas de gestores público s, em especial prefeitos ex_prefeiros. O TCE, constata milhares de irregularidades, porém. Reenvia para as câmeras de vereadores, onde os vereadores ou ex, tem o rabo preso, aprovarem ou não aquilo que já foi constatado como roubo, furto ou desvio.

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