Bruno Silva coloca nome à disposição para disputar presidência da FAMEM e defende gestão municipalista, descentralizada e participativa

Prefeito reeleito de Coelho Neto, liderança da Região dos Cocais defende uma FAMEM mais próxima dos 217 municípios maranhenses, com diálogo, união e fortalecimento dos gestores municipais.

O prefeito de Coelho Neto, Bruno Silva, colocou seu nome à disposição para disputar a presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM). Reeleito com votação expressiva e fortalecido por importantes vitórias políticas em 2022 e 2026, o gestor desponta como uma liderança da nova geração de prefeitos maranhenses.

À frente de um dos municípios de destaque da Região dos Cocais, Bruno acumula avanços na saúde, infraestrutura e desenvolvimento, além de resultados expressivos na segurança pública. A experiência administrativa, aliada à juventude e à capacidade de articulação política, sustenta sua proposta de ampliar o protagonismo dos municípios nas decisões estaduais e federais.

Entre suas principais bandeiras está a descentralização da FAMEM, levando a entidade às diferentes regiões do Maranhão, ampliando a assistência jurídica e administrativa e promovendo a troca de experiências entre os gestores dos 217 municípios.

Aliado político de Fufuca e do deputado federal Pedro Lucas Fernandes, Bruno também destaca sua capacidade de diálogo com a Assembleia Legislativa, o Governo do Estado e o Governo Federal, defendendo uma FAMEM atuante na interlocução institucional e na conquista de investimentos para as cidades.

“Queremos uma FAMEM presente nos municípios, que conheça de perto os desafios dos prefeitos e seja uma voz forte na defesa do municipalismo. Nossa proposta é unir experiências, aproximar os gestores e fortalecer as cidades maranhenses”,* defende Bruno Silva.

Sobre a construção de sua candidatura, o prefeito reforça que pretende conversar com os colegas gestores, respeitando as diferentes lideranças e construindo uma chapa representativa.

“Queremos diálogo, união e uma construção coletiva. A FAMEM precisa ser de todos os prefeitos, independentemente de posições políticas ou partidárias”, conclui.

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