
Preso desde agosto de 2025, o ex-presidente Jair Bolsonaro teve seu nome incluído no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como fornecedor e doador da campanha de um candidato a deputado federal pelo PL do Maranhão.
Não se trata, entretanto, do ex-presidente. Mas, sim, de um homem, cadastrado no site do TSE com o nome de Bolsonaro para prestar serviços ao candidato a deputado Francisco Mello (PL-MA), apoiador de Flávio Bolsonaro no pleito.
A coluna apurou que o homem tem 31 anos e vive em Barra do Corda, cidade onde Francisco Mello concentra seu eleitorado. Segundo o TSE, o “falso” Jair Messias Bolsonaro doou R$ 5 para Mello e recebeu R$ 2,5 mil por “atividades de militância e mobilização de rua”.
O Código Eleitoral não trata especificamente do uso de um nome falso para prestar um serviço eleitoral. O artigo 350 da lei estabelece que é crime, com pena de reclusão de até cinco anos, “inserir”, em documento público, “declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais”. (Metrópoles)
