Sem imunidade, Flávio Bolsonaro terá que se preocupar com duas investigações da PF

A partir de 1º de fevereiro de 2027, Flávio Bolsonaro vai ficar sem mandato pela vez desde 2003, quando assumiu uma cadeira de deputado estadual no Rio de Janeiro. Vai, portanto, perder sua imunidade parlamentar num momento em que é investigado em dois inquéritos que correm no STF.

Um deles, relatado por André Mendonça, é relativo ao mal explicado financiamento do filme Dark Horse. A PF apura repasses de cerca de R$ 64 milhões feitos por Daniel Vorcaro. O outro é o que investiga o seu amigo Willer Tomaz.

Sem imunidade, o ainda senador deve se preocupar.

As investigações sobre os negócios do advogado estão avançadas. A PF suspeita que Flávio possui algum tipo de sociedade camuflada com Willer. Ambos negam a parceria.

No inquérito que tramita no STF, relatado por Alexandre de Moraes, se investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e evasão de divisas. Também é suspeito de ser “usuário master” de uma conta bancária de uma das empresas de Willer.

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