• Camarão projeta vitória de Braide no 1° turno e diz que deve ser candidato a senador

    O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), comentou os números da mais recente pesquisa eleitoral divulgada pelo sistema Mirante e avaliou o cenário da disputa estadual, destacando que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), pode vencer a eleição já no primeiro turno.

    Em publicação, Camarão chamou atenção para o fato de que os dois nomes mais bem posicionados para o Senado — Carlos Brandão e Roseana Sarney — não devem disputar o cargo. Segundo ele, esse cenário pode alterar significativamente a dinâmica da corrida eleitoral.

    O vice-governador também fez uma releitura dos números para o governo do Estado ao considerar apenas os votos válidos. De acordo com sua análise, Braide aparece com 45,5%, seguido por Orleans Brandão (31,2%) e Lahesio Bonfim (14,3%). “Isso aponta para uma possível vitória no primeiro turno”, indicou.

    Camarão ainda destacou que o governador Carlos Brandão já afirmou que permanecerá no cargo até o fim do mandato, o que o impede de disputar o Senado. Nesse contexto, ele próprio não descartou entrar na corrida por uma vaga. “Eu posso ser candidato a senador… quem sabe?! Isso também altera esse resultado divulgado. Ou seja… tem muito jogo pela frente!”, afirmou.

    Felipe Camarão pode ser candidato a senador na chapa de Braide caso o prefeito da capital aceite o apoio do PT na disputa do Palácio dos Leões.

    Dados da pesquisa
    O levantamento foi realizado pelo Instituto Quaest, encomendado pela TV Mirante, entre os dias 12 e 16 de março. Foram ouvidos 900 eleitores em 49 municípios do Maranhão. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o protocolo MA-07211/2026.

    No cenário espontâneo, Orleans Brandão e Eduardo Braide aparecem empatados com 15% das intenções de voto. Lahesio Bonfim tem 7%, enquanto Felipe Camarão soma 5%.

    Nos cenários estimulados, Braide lidera. No principal deles, o prefeito registra 35%, seguido por Orleans (24%), Lahesio (11%) e Camarão (7%). Em simulações sem a presença de alguns candidatos, o gestor da capital amplia sua vantagem e chega a 39% em um dos cenários.

    Segundo turno
    Nas projeções de segundo turno, Eduardo Braide também aparece à frente. Contra Orleans Brandão, o prefeito tem 46% contra 33%. Já em um eventual confronto com Lahesio Bonfim, Braide alcança 52%, enquanto o adversário soma 23%.

    Diante desse cenário, Camarão reforçou que o quadro ainda está em aberto e pode sofrer mudanças ao longo dos próximos meses, especialmente com a definição das candidaturas ao Senado.

    Respostas de 4

    1. As ‘palavras’ do vice-governador Felipe Camarão demonstram que a entidade ‘suprema dinista’ não tem projeto para o Maranhão e muito menos defendem a reeleição do presidente Lula e, sim, o único fim é derrotar o governador Carlos Brandão. É muito ódio. Essa turma que diz que prega o amor é só o rancor. Camarão que, até bem pouco tempo, esbraveja que a sua candidatura ao Governo do Maranhão “não tem retorno” está doidinho para se entregar ao prefeito Braide, que ele o seu ‘chefe’ definiam como bolsonarista. Agora, para atender seus interesses mesquinhos, Braide foi canonizado.

    2. Coitado, Camarão acredita que, em Política, 10 + 10 é igual a 20.
      Já vi, e muitas vezes, na essfera eleitoral, 10 + 10 apresentar resultado MENOR que 10.
      Aos ariméticos camarônicos, a advertência: a coligação entre antagonistas (ou ex-atagonistas), na maioria das vezes tem a emenda pior que o soneto.
      PS: A coisa tá confusa, pois Bebezão é um Baú sem alças e carregado de pedras.

    3. Não dá mais pra Braide ser candidato. Segundo a legislação eleitoral o prefeito não poderia ter dado aumento com ganho real nos 180 dias que antecedem a eleição.
      Ele deu com efeitos retroativos a 1 de maio…
      Logo não vai sair ….ele é advogado sabe bem da implicação.

      Jurisprudência: O TSE (Consulta 1229) reforça que a revisão geral que exceda a recomposição é proibida no período, independentemente de quando foi planejada, para evitar o uso da folha de pagamento como ferramenta de captação de votos.

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