
O período eleitoral começa oficialmente este mês e, por isso, é esperada uma temporada com menos operações policiais de escândalos como os do Master e do INSS, por exemplo.
A PF continua investigando, mas o Judiciário costuma pisar no freio, sobretudo na autorização de ações que possam ter impacto eleitoral — exceto, claro, em casos como risco de fuga de um suspeito ou de ameaças à integridade física em geral.
Nada disso significa, porém, que dá para cravar que todos os envolvidos em falcatruas podem dormir tranquilos. Até porque já existem operações autorizadas no mês passado e que ainda serão executadas.
