Influenciador critica São João da Thay: ‘Nunca me senti tão humilhado’

O influenciador maranhense Francisco Garcia criticou o evento de Thaynara OG

O influenciador maranhense Francisco Garcia criticou o São João da Thay, evento da também influenciadora Thaynara OG.

“Tem 12 anos que eu trabalho com internet e nunca me senti tão humilhado ao participar de um evento como foi o São João da Thay. Nada a ver com ela, que talvez nem saiba da assessoria e organização péssima que ela colocou nesse evento”, escreveu nos Stories do Instagram.

Francisco contou que foi convidado por Thaynara, que lhe mandou uma mensagem direta e até pediu que ele mandasse áudio confirmando presença. Ao chegar em São Luís, no entanto, ele não foi convidado para o jantar que precedeu a festa.

“Aí meus seguidores perguntaram para mim ‘Francisco, por que tu não foi no jantar dos convidados?’ […] e eu disse ‘a gente não foi convidado pela produção dela'”, contou em vídeos no Instagram.

Francisco relata que Marcela, uma das produtoras da festa, foi até ele “muito alterada” perguntar porque ele estava falando mal do evento.

“Sabe o que ela disse na frente da minha mãe e dos seguidores que a gente tava atendendo? ‘Eu não te chamei para o jantar porque o jantar não era para você, se eu te chamar, eu tenho que chamar todas as outras pessoas que são do Maranhão e eu tenho que alimentar 500 pessoas'”

“Na hora eu fiquei com vontade de ir embora da humilhação que ela fez, de falar assim. Quer dizer que o evento é só para quem é de fora do estado?”, questionou o influenciador.

Mais uma vez, ele ressaltou que o problema não foi com Thaynara. “Pelo contrário, ela nos tratou super bem, mas muito mal assessorada”.

Ele ainda alegou que o espaço reservado para os artistas do Maranhão era diferente do espaço reservado a artistas de outros estados.

Francisco agradeceu o convite e deu um recado para a conterrânea: “Que na próxima você possa colocar pessoas mais competentes e mais humanizadas, que não haja tanta diferença. Eu vi diversas artistas do Maranhão com uma mega diferença de tratamento dos artistas que vieram de fora”. Com informações do UOL

Desorganização

São João da Thay: Francisco Garcia alegou que o espaço reservado para os artistas do Maranhão era diferente do espaço reservado a artistas de outros estados.

O advogado e gestor público Manoel Veloso usou as redes sociais para também relatar a desorganização do São João da Thay.

“A ideia é ótima, a Thaynara OG é incrível. Pena que o evento deixou muito a desejar. Eram dois tipos de ingresso para única entrada, sem nenhuma sinalização. Pensamos que qualquer fila serviria para qualquer ingresso. Mas não. E os atendentes estavam despreparados. Tive que trocar de fila 3 vezes para conseguir entrar no evento. Ninguém sabia dizer por onde entrar. Quanto a oferta de bar, tinham poucas ilhas de atendimento para o porte do evento. Mas o problema mesmo foi preço. Muito desproporcional. R$ 9 por uma lata de Devassa de 350ml. R$ 6 uma água. R$ 30 um drink. Se quisesse combo de cerveja, precisava ALUGAR UM BALDE por R$ 10”, disse.

Manoel Veloso continuou: “Não para por ai. Muitos atendentes incluíram uma suposta TAXA DE SERVIÇO em algumas compras, no valor de R$ 5. Alegavam que “precisavam tirar o deles também”. Foram poucas opções de comida para o porte do evento. E estrutura irrisória para a demanda. Fora que a estrutura tava realmente ruim, tanto que alguns balcões estavam dando choque em quem encostava. Um perigo! Aproveitando o papo sobre eletricidade, muita fiação cortando os corredores do evento. A área de alimentação estava entrecortada com fios grossos. Até que alguns estavam protegidos, mas eram estruturas sem sinalização alguma. Muita gente quase caiu”, contou.

O advogado ainda criticou a parte de alimentação e banheiros disponibilizados. “Ainda sobre a área de alimentação, pouquíssimas cadeiras. Pouquíssimas mesmo. Era disputado. Muita gente sentada no chão, escorada em qualquer lugar, para comer. Parecia cena de fim de festival. Mas era um evento fechado de proporções bem inferiores a um Lollapalooza. E ainda tinha uma estrutura de banheiros logo ao lodo da praça de alimentação. Faz sentido ser próximo sim, mas o fedor do banheiro acompanhava o hambúrguer. Triste. Ah, e os banheiros eram MUITO escuros. A área toda. Sem lanterna do cel era impossível enxergar o buraco do vaso. Sobre a área de shows, o Front não era Front. Era, no máximo, vista lateral. BEM lateral. E tava quente. Muito quente. O multicenter é abafado, sabemos. Mas não usar os vaporizadores num evento desse porte foi amadorismo e despreparo”, assinalou.

As falhas na transmissão e nos shows também foram notadas por Manoel Veloso. “Mas o abandono seguiu e tivemos muitos momentos de silêncio total no palco. Silêncio esse que perdurou por 40 minutos, atrasou toda a agenda, atropelou shows e esculhambou a plateia. Lucy Alves foi gigante segurando todo o atraso, mas tocou por mais de hora. Após Juliette, Barrica e Felipe Araújo (e os atrasos e abandono de palco), ninguém aguentava mais. Eu fui para ver Glória Groove. Não aguentei e pedi arrego às 3 da manhã. Não fazia sentido ficar sentado no chão, sentindo o fedor de banheiro químico, passando muito calor e bebendo uma cerveja ruim a R$ 9. Não sei que horas o evento terminou, mas foi impossível esperar para ver o desfecho”, concluiu.

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  1. Resumindo: mais um evento para enganar os incautos. E ainda teve aqueles hipócritas que foram tirar fotos com racistas ex-BBBs.

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