
A PGR defendeu ao STF que não fique sob a guarda da Corte uma ação penal contra o deputado federal Josimar Maranhãozinho, do PL, recém-enviada à avaliação do Supremo pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
O caso remete à época em que o parlamentar era prefeito de Maranhãozinho (MA). Ele foi denunciado em 2014 por suposta participação em um esquema de extração ilegal de madeira da Reserva Indígena de Alto Turiaçu. Josimar Maranhãozinho é acusado de furto qualificado e associação criminosa nessa ação.
Ao se manifestar à ministra Cármen Lúcia a respeito do processo, o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, apontou que, embora Maranhãozinho seja deputado, o caso trata de suspeitas sem relação com o mandato parlamentar dele. Por essa razão, a PGR defendeu que a ação seja enviada de volta ao TRF-1.
Já condenado no STF por corrupção com emendas parlamentares, Josimar Maranhãozinho foi alvo de uma nova operação da Polícia Federal em junho, ordenada pelo ministro Flávio Dino. As suspeitas são, novamente, de desvios em emendas.
